Ninguém sabe o fim, talvez porque ele não exista para nós ♥
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Só pra te ver sorrindo . . .
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Agradeço ao tempo que me proporcionou tempo suficiente para tomar um pouco de tempo de quem lê, falar o que eu quero e ainda me sobrar algum tempo. Existem pessoas que se imaginam com o poder de controlar o tempo, pensando que podem gerar mais tempo para suas realizações, coisa que nunca vão conseguir. Há pessoas ansiosas que imaginam não dispor de tempo para se realizar e, por isso, sem perceber, deixam o tempo passar. Ao contrário, há outras pessoas que pensam que dispõem de muito tempo, razão por quie vivem despreocupadas e perdem tempo, ficando, finalmente, sem tempo. Meu convite: aliste-se na galera das pessoas que sabem que o tempo não para, termine cada atividade sua e esteja, sempre, iniciando uma tarefa nova.
Saudade – Martha Medeiros
Trancar o dedo numa porta dói.
Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Um tapa, um soco, um pontapé doem.
Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é a saudade.
Saudade de um irmão que mora longe.
Saudade de uma cachoeira da infância.
Saudade de um filho que estuda fora.
Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais.
Saudade do pai que morreu,
Do amigo imaginário que nunca existiu.
Saudade de uma cidade.
Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.
Doem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele, do cheiro, dos beijos.
Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã.
Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber.
Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio.
Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.
Não saber se ela ainda usa aquela saia.
Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu.
Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania de estar sempre ocupada;
se ele tem assistido às aulas de inglês, se aprendeu a entrar na Internet e encontrar a página do Diário Oficial;
se ela aprendeu a estacionar entre dois carros; se ele continua preferindo Malzebier; se ela continua preferindo suco de melancia; se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados;
se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor; se ele continua cantando tão bem; se ele continua detestando o MC Donald’s; se ela continua amando;
se ela continua a chorar até nas comédias.
Saudade é não saber mesmo!
Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos; não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento; não saber como frear as lágrimas diante de uma música;
não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer.
É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos.
É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela.
Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer…
Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você, provavelmente, está sentindo
agora depois que acabou de ler.
Trancar o dedo numa porta dói.
Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Um tapa, um soco, um pontapé doem.
Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é a saudade.
Saudade de um irmão que mora longe.
Saudade de uma cachoeira da infância.
Saudade de um filho que estuda fora.
Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais.
Saudade do pai que morreu,
Do amigo imaginário que nunca existiu.
Saudade de uma cidade.
Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.
Doem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele, do cheiro, dos beijos.
Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã.
Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber.
Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio.
Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.
Não saber se ela ainda usa aquela saia.
Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu.
Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania de estar sempre ocupada;
se ele tem assistido às aulas de inglês, se aprendeu a entrar na Internet e encontrar a página do Diário Oficial;
se ela aprendeu a estacionar entre dois carros; se ele continua preferindo Malzebier; se ela continua preferindo suco de melancia; se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados;
se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor; se ele continua cantando tão bem; se ele continua detestando o MC Donald’s; se ela continua amando;
se ela continua a chorar até nas comédias.
Saudade é não saber mesmo!
Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos; não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento; não saber como frear as lágrimas diante de uma música;
não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer.
É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos.
É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela.
Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer…
Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você, provavelmente, está sentindo
agora depois que acabou de ler.
terça-feira, 24 de abril de 2012
Na memória de imagens semelhantes surgem de tempos a tempos. Às vezes, eles aparecem no subconsciente, e às vezes você aparecer. Essa máscara que você usa não representá-lo em realidade. Você pode chegar dentro de você, é muito raro. Você é como um fim, e você não está aqui.
você ir, mas não muito longe. Você não pode ir sempre, mas eu não me importo.Você não pode me irritar, como se você mesmo não são levados chocante. Você está sempre apenas evocar a emoção ou simpatia. E que você é tão perigoso.
eu deixei, mas deixou um rastro em seu coração, eu nunca vou dizer-lhe desculpa, mas você nunca vai encontrar a paz. Você vai me chamar, mas a resposta é apenas o silêncio. Você vai lembrar de como ele pegou minha mão e, em seguida, na igreja, gritar, chamar-me, você me verá em meus sonhos e repetir o meu nome. Mas de mãos dadas, abraçarás um ar da noite. Sua memória será sempre retornar à época em que podia olhar para mim, conversar comigo, me toque. Mas quando você percebe que tudo terminou comigo. Sem mim, você não terá, nem paz, nem alegria, nem felicidade. Porque a memória nunca te deixarei.Você vai me ver ao redor, o que você vai ver. Você fecha os olhos e você vai me ligar na quietude da noite, mas eu não me responder à sua chamada. Mesmo se você quiser, você nunca pode esquecer o que aconteceu entre nós. Apenas sonhos vai lhe trazer alívio quando me vê.A Eu nunca vou te dizer mais uma palavra, nem escrever, nem as linhas e riscar o telefone da lista telefónica.
você ir, mas não muito longe. Você não pode ir sempre, mas eu não me importo.Você não pode me irritar, como se você mesmo não são levados chocante. Você está sempre apenas evocar a emoção ou simpatia. E que você é tão perigoso.
eu deixei, mas deixou um rastro em seu coração, eu nunca vou dizer-lhe desculpa, mas você nunca vai encontrar a paz. Você vai me chamar, mas a resposta é apenas o silêncio. Você vai lembrar de como ele pegou minha mão e, em seguida, na igreja, gritar, chamar-me, você me verá em meus sonhos e repetir o meu nome. Mas de mãos dadas, abraçarás um ar da noite. Sua memória será sempre retornar à época em que podia olhar para mim, conversar comigo, me toque. Mas quando você percebe que tudo terminou comigo. Sem mim, você não terá, nem paz, nem alegria, nem felicidade. Porque a memória nunca te deixarei.Você vai me ver ao redor, o que você vai ver. Você fecha os olhos e você vai me ligar na quietude da noite, mas eu não me responder à sua chamada. Mesmo se você quiser, você nunca pode esquecer o que aconteceu entre nós. Apenas sonhos vai lhe trazer alívio quando me vê.A Eu nunca vou te dizer mais uma palavra, nem escrever, nem as linhas e riscar o telefone da lista telefónica.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Simplesmente EU !
Sou o que sou agora mas às vezes me pego pensando no passado, e vejo o quanto mudei. O quanto eu fui, e o quanto dexei de ser. E vejo nas marcas deixadas pela parede, tudo que hoje mais odeio em alguém. O destino me deixou do avesso, e agora não sei se é mesmo eu quem estou errada. Deve ser.
Às vezes me dá umas vontades loucas, de voltar meu primeiro beijo, e correr o mais rápido possível. O que foi? Eu ainda não estava pronta. De voltar na primeira vez que vi meu primeiro amor, e dar um tapa daqueles de filme. O que foi? Ele me fez chorar demais. O que foi?
É uma pena, o tempo passou e eu finalmente cresci em meio as minha crises.
Hoje vejo como perdi meu tempo, não quero repetir isso de novo, por isso vou com calma por que já aprendi que amores HAHA isso não existe perfeito então??? Nunca tava bom demais pra ser verdade, preciso aprender a enxergar a pessoa amada como gente normal, não como perfeição...
Infelizmente ou felizmente, de todas os desejos que tenho, o que mais me agrada é ficar aqui lembrando de tudo. Cansei de engolir o amor, e sempre engasgar depois.
Infelizmente ou felizmente, de todas os desejos que tenho, o que mais me agrada é ficar aqui lembrando de tudo. Cansei de engolir o amor, e sempre engasgar depois.
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